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Este marido ensina o mundo inteiro sobre o que o verdadeiro amor e lealdade realmente significam

by outubro 24, 2022

 

Os casamentos são desafiadores. Não importa o quanto você ame alguém, nem sempre vai dar certo. Na verdade, há tantas pessoas cujos relacionamentos e casamentos desmoronam ao menor inconveniente.

No entanto, existem alguns casos esporádicos em que o amor de um casal é tão forte que nada seria capaz de separá-los um do outro. Foi o que aconteceu com Turia Pitt e seu marido, Michael Hoskin.

Foi há mais de dez anos, em 2011, que Turia Pitt participou da ultramaratona que mudaria sua vida para sempre, mas não da forma como ela esperava. O que deveria ser uma alegre celebração da boa forma se transformou em um desastre absoluto quando um incêndio na grama encurralou Turia e quase tirou sua vida.

Em uma postagem no Instagram que ela enviou em setembro de 2021, Turia se abriu sobre o incidente traumático que ocorreu apenas uma década antes. Ela escreveu na legenda:


“Dez anos depois do incêndio, é disso que me lembro”

“Lembro-me do sol quente de Kimberly batendo, queimando minha pele já queimada.”

Ela entra em detalhes sobre a dor e o trauma que ela passou:

“Lembro-me de tentar beber um pouco de água, mas cuspi-a porque estava fervendo”

“Lembro-me de ver pedaços da minha pele grudados nas rochas e no spinifex.”


Enquanto Pitt lutava por sua vida com outras pessoas presas no fogo, seus pensamentos se voltaram para seu parceiro Michael Hoskin. Ela contou em seu post no Instagram:


“Lembro-me de pensar em Michael, meu Michael”,

“Lembro-me de dizer a mim mesmo: ‘Pense em seu rosto quente, pense em sua voz de mel, pense em sua pele dourada. Continue pensando em Michael’”


Como resultado de seus ferimentos sofridos pelo incêndio, Turia passou por cerca de 200 operações. O fogo a deixou com mais de 65% de seu corpo coberto de queimaduras graves. Naquela época, os médicos nem conheciam o que ela descreveria. Ela entra em mais detalhes sobre todas as suas dificuldades durante esse período em sua postagem pessoal no blog.


Turia passou por uma luta feroz para juntar os cacos e recuperar sua vida depois de um incidente tão traumático. Mas certamente ajudou que ela tivesse um parceiro tão solidário que insistia com ela. Seu então namorado Michael renunciou ao cargo de policial para cuidar de Turia em tempo integral.


Avanço rápido para hoje - eles agora são casados ​​e têm dois filhos. Turia está concorrendo novamente e está até postando sobre suas façanhas de fitness em seu feed do Instagram. Claro, ela também publica fotos de sua linda família, que é uma prova do poder do amor verdadeiro, apesar das adversidades e desafios.

Os dois ainda estão muito apaixonados, apesar de tudo o que passaram e são uma inspiração para casais em todo o mundo.

Fonte: thelawuniverse 

Nesse momento delicado, seja para os outros a pessoa que você queria que fossem pra você - (Victor Garcia Preto)

by março 23, 2021




Sobre o Autor: 
Victor Garcia Preto   
Formado em Ciências Contábeis. 29 anos, Resido Ribeirão Preto.  Tenho um perfil de textos no Instagram: @textosinceros. Segue lá.

              


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Postei recentemente no meu perfil de escritor no Instagram (@textosinceros), a seguinte frase de minha autoria: "Nesse momento delicado, seja para os outros a pessoa que você queria que fossem pra você". Foi uma opinião sincera, baseada em muita observação recente.


No Brasil, já chagamos a um ano de pandemia, data da qual não há nada para comemorar. Escrevi em outras oportunidades que não acredito que todos os problemas que enfrentamos tornou a humanidade melhor, embora já tenha escrito também, nesse mesmo portal, que algumas vezes críticas desenfreadas a humanidade são um tanto demagogas.


O fato é que o vírus e sua consequência afeta a todos, e há muito tempo.
Todos conhecemos pessoas que faleceram por problemas causados por ela e também, se tiver um pouco de bom senso, conhecerá pessoas desesperadas, pois com o agravo da situação econômica - consequência da pandemia - é cada vez mais deprimidas e sem encontrar saída.


Como também já escrevi nesse portal, a pandemia lembra uma obra de apocalipse zumbi, em alguns momentos outros humanos são mais preocupantes que os próprios "Mortos-vivos" da história (não digo isso com a intenção de amenizar a gravidade do vírus), pois o egoísmo das pessoas e sua prepotência os levam a atitudes cruéis.


Nas últimas semanas houve intensificação dos problemas, e a pergunta que fica é: "Como está nossa conduta?"


Muitas pessoas estão compartilhando uma frase: "Sejam gentis com as pessoas, quase ninguém está bem". A frase em si é coerente, mas coloco aqui um critério para reflexão: Ser gentil está não só em tratar bem pessoas próximas que se tem afeição ou desconhecidos.


Não seria todos? Inclusive aqueles que você discorda de muitas opiniões.


Pelo fato de se sair menos de casa, pelo isolamento social e outras questões, as pessoas intensificam seu acesso a internet, e muitas vezes buscando distração, se deparam com uma metralhadora de posts e compartilhamentos; e muitos, independentemente de quem posta, ou se concorda com a ideia, contribui para pior a situação.


É óbvia a importância se informar, até para não formar opiniões equivocadas e/ou compartilhar qualquer baboseira, e é certo que divulgar algumas informações conectadas a pandemia para os demais é pertinente.

 
O que questiono, sem a intenção ofender ninguém, é se é correto o tempo todo compartilhar o tema, correndo o risco de também transmitir informações equivocadas. Bombardear os contatos e grupos no WhatsApp o tempo tudo, mesmo com a melhor das intensões, pode contribuir para prejudicar o psicológico de muitas pessoas. Ponderar nesse sentido, também é uma forma de gentileza. Falo por experiência própria, o exagero de algumas pessoas, contribui para prejudicar meu psicológico.


Muitas vezes a intensão de informar contradiz com o desejo de ser informado. É importante ter noção do que está acontecendo, mas não é necessário respirar o problema o tempo. Essa postura cria uma tensão prejudicial para si, e para os demais, quando compartilhado.


Acontece algo similar em postagens, como no Story do Instagram. Bombardeia-se com noticiais, algumas sensacionalistas, muitas de fontes não confiáveis. Posts e compartilhamentos desnecessários. No pior do casos, pelo menos cinquenta pessoas terão acesso ao item divulgado, e corre-se o risco de auxiliar no aumentando do estado de tensão de várias dessas pessoas.


Em um momento delicado, acredito que deveria haver maio grau de prudência e bom senso. Muitos querem arrotar suas verdades, compartilhando informações de páginas questionáveis, e o pior, sem checar minimamente a veracidade das informações. Criam atritos com aqueles que pensam diferente. Racham o barco, quando o intuito deveria ser unir todos que estão no mesmo barco para ninguém afundar (não unir literalmente, não estou pregando aglomerações).


Se essa pandemia fosse uma ficção, como um apocalipse, causado por zumbis, invasões alienígenas, monstros mitológicos ou um dilúvio, dificilmente alguém seria o (a) protagonista sensato (a), provavelmente todos seriam mais vilões que heróis. Principalmente aqueles que propagam com maior intensidade a benevolência. Geram atritos desnecessários. Independentemente de proposital ou não.


Há uma soberba preocupante, dentro e fora das redes sociais, mas amplificado nelas.


Se as pessoas analisassem o histórico de suas próprias postagens e compartilhamentos, iriam se envergonhar de tal hipocrisia. Não quer dizer que são pessoas ruins e sem qualidade, mas com algumas atitudes condenáveis.


Ninguém possui uma fórmula mágica, ou está imune a errar nesse momento tão delicado, mas é preciso bom senso. Não é questão de fugir da realidade ou se alienar, mas é encarar de forma sábia a complexidade do momento em que estamos vivendo. O ser humano se mostra cada vez mais imaturo. Infelizmente.



Consciência Bio, ou Bio Consciência? O que é Fairtrade? - Walter Keppler

by outubro 23, 2020

Autor do texto: Walter Keppler   

Como você lê o mundo à sua volta?

Qual sua interpretação em relação ao descrédito ocasionado pelo uso promocional da biodiversidade?

Neste monólogo, será interessante segmentar os preceitos que regem, por convenção, as implicações de se autodenominar Bio, por Natureza...

É moderno, momentâneo e oportuno para muitos ostentar o rótulo de Responsável Social e defensor da Sustentabilidade...  No entanto, pouco se vê na prática, o exercício pleno de atitudes realmente peculiares. Tal quadro retrata um laconismo adquirido que submete a sociedade à ausência de espírito crítico.

Seria como comprar esquis e nunca ter neve para esquiar... ou comprar um barco e não ter onde navegar...Interessante notar como ideias são compradas o tempo todo...

Existem, é claro, Grandes Ideias que merecem ser acreditadas, porém, se Você tiver Consciência do que realmente implica adotar conceitos e definições, muitas vezes as Grandes Ideias ficarão apenas no papel e na beleza aparente de uma atitude leal e eficaz.

Para fazer pensar, Paulo Freire, educador brasileiro de renome, defendia como objetivo da escola, ensinar o aluno a “ler o mundo” à sua volta... Para poder transformá-lo!

E Rudolf Steiner, filósofo nascido na atual Croácia, antes fronteiras do Império Austro-húngaro, foi defensor da    S e n s i b i l i d a d e...

Observe que, tanto um como outro, partícipes de culturas e épocas distintas, demonstram em seus escritos, afinidade com a Consciência do Saber Olhar e do Saber Sentir.


Partindo do pressuposto da coerência, como vemos o mundo à nossa volta ou em derredor do nicho de existência individual?


Observemos o ciclo de vida de uma planta num vaso qualquer...

Percebe-se a interação de vários elementos básicos naturais:  semente, terra ou húmus, água, luz e ar...

A seguir, a interação da planta com o meio ambiente, chamado de ecossistema...

Ora, trata-se de matéria elementar de Ciências Naturais!

Ótimo mas, no dia-a-dia das pessoas alguém “para e pensa”   no equilíbrio necessário para que existam plantas, animais, recifes de corais e pessoas...seres vivos enfim?!

Quando Você vai ao supermercado, à mercearia, à feira livre ou do produtor, observa o produto que lhe é oferecido para consumo?

Procura saber a origem e os detalhes da produção?

Procura se inteirar do destino dos produtos considerados inadequados quer seja pela validade ou deterioração natural?

Normalmente ouvimos os chavões da publicidade que informam aos clientes que existe uma escolha entre o que se pode finalizar como inadequado ou que ainda pode ser consumido por entidades assistenciais que distribuem às pessoas carentes produtos ainda aproveitáveis...

Mas, Você já procurou saber a eficácia dessa escolha ou o real destino dos produtos considerados impróprios à venda ou consumo?

Já pediu para ver como se faz a separação dos produtos perecíveis?

 

Nesse aspecto entram os conceitos citados acima:

·      Fazer a leitura do mundo à sua volta sem, entretanto, se deixar enganar por momentos específicos...

·      Não marque hora para ver o descarte de produtos.

·      Não avise que Você irá ver. Pois certamente irão mascarar sua visita e Você irá sair do local feliz por ter feito sua parte no contexto da Responsabilidade Social e da Sustentabilidade

Isto vale não só para alimentos como também objetos de uso pessoal.


Será que a roupa que Você está usando agora é de procedência duvidosa?


Teriam sido usados elementos que sinalizam trabalho escravo ou exploração de crianças na confecção de suas roupas ou demais produtos de uso diário?

Isto é Responsabilidade Social, sabia!?

Quanto à Sustentabilidade, Você procura saber em quais condições foram produzidas as diversas hortaliças que vão para sua mesa na forma de alimentos e que, podem comprometer não só a saúde de sua família, como também degradar o ambiente onde foram produzidas?

A carne e o peixe que Você consome, foi ou foram devidamente tratados  para estarem à sua disposição e realmente produzir a energia que Você precisa para seu organismo?

O dono do restaurante, lanchonete, ou bar que Você frequenta tem essa visão de mundo quando lhe oferece um cardápio para consumo?

Dizem que a beleza da apresentação de um prato o torna saudável, pois o olhar e o olfato nos levam a querer consumi-lo de imediato...

Quanto mais colorido mais agradável de saborear...

Mas é preciso que a visão e o olfato também estejam aguçados para pressentir a produção de tal iguaria desde sua origem.



Muito se fala em produtos BIO... Ou seja:

A produção de alimentos isentos de agentes químicos.

Essa é matéria do ensino fundamental, mas quem se lembra do assunto na hora de comprar alimentos?

 

Seguindo conceitos atuais, na Europa, por exemplo, o termo BIO abrange produtos vegetais (transformados ou não), plantas espontâneas, algas marinhas, alimentos para animais, produtos animais, apicultura e aquicultura.

Para ser considerado um alimento biológico natural, a fruta, por exemplo, deve estar bichada ou com aspecto rústico?

É o que muitos pensam, porém, o produtor precisa estar ciente do equilíbrio do solo e não será necessário mascarar o produto como muitos fazem para que pareça saudável...

E no Brasil, como este assunto é tratado?

Existem institutos certificadores de qualidade realmente comprometidos com a realidade?

Claro que,  na Europa também devem existir empresas especializadas em certificar mas, o principal certificado será aquele que o consumidor irá definir: a fiscalização e exigência da qualidade no dia-a-dia e no exercício do direito de ver e constatar atitudes proativas e específicas de preservação da qualidade natural, inclusive do descarte e destinação dos impróprios para consumo.

O que podemos depreender nesse contexto, é a ausência, ainda, de visão de mundo... Vamos pensar sobre este assunto?

Do ponto de vista consumidor e não como analista de mercado varejista, vejo que no centro-europeu consomem-se produtos considerados BIO oriundos de vários países dos mais diversos continentes...

Compro bananas importadas do Peru, Colômbia e Equador...

Carne e Pipoca vindas da Argentina...

Açúcar mascavo da Colômbia... Melancia ou abacaxi produzidos em            El Salvador ou Porto Rico...Café da África...

Arroz Vietnamita, Kiwi da Austrália, Malásia ou Nova Zelândia,

Maracujá produzido na América Central...

Onde estão os produtos do Brasil? ... Nas gôndolas das mercearias asiáticas ou turcas que importam produtos industrializados que os brasileiros estão acostumados a consumir quando estão no Brasil! ...

Biscoitos, refrigerantes, alguns enlatados... Destinados aos próprios brasileiros que circulam ou moram na Europa...

A bem da verdade, café brasileiro, às vezes aparece nas prateleiras de alguns supermercados, mas não é comum...

O Brasil merece ser reconhecido como grande produtor mundial de grãos e produtos agrícolas em geral que podem ser sim consumidos mundo afora, desde que haja visão comercial, estratégia e cobrança por parte do próprio brasileiro quanto à qualidade e procedência confiáveis.


Você já ouviu falar no movimento social denominado Fairtrade?

Trata-se de uma modalidade de comércio internacional que visa buscar equilíbrio entre cadeias produtivas e consumidores que primam pela ética.

Pesquise mais sobre o assunto e procure se inteirar dessa forma inteligente de ler o mundo... Você vai se surpreender com a experiência!

Agradeço sua atenção para com esse texto e até uma próxima oportunidade...

Espero ter contribuído de alguma forma com a força motivacional que existe dentro de Você.

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Pense nisso...Tenha Coragem e Seja Feliz!

Walter Keppler

Salzburg-AT, 16.10.2020





Walter Keppler:  

Gestor Comercial e Produtor do PodCast Ilustrado Uma Razão A+ no Canal Cerebelamos do Youtube. "Sou o que Sou e Sempre o Serei". Brasileiro, do Estado de São Paulo, vivo atualmente na Áustria. Já andei pelo Brasil inteiro e conheci pessoas, lugares e culturas das mais variadas. Quero andar pelo mundo porque onde tem gente, tem movimento, conflitos e soluções. E  por  isso  criei  meu  "slogan "  favorito que  me  acompanha  sempre: "Uma Razão A+ para Acreditar na Vida".   
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*Direitos da imagem de capa Dom Toital

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