Às vezes dá aquela vontade!
Vontade de ir correr comprar duas passagens para ir visitar aqueles dois velhos amigos com quem teve momentos especiais e marcantes. Para abraçá-los, fazerem piadas e rirem juntos.
Mas, por agora, me contento em apenas relembrar deles.
Às vezes dá aquela vontade de dizer àquela pessoa o quanto ela te faz bem. Escrever e enviar para uma pessoa que você guarda no coração, e por quem tem imensa gratidão por ter encontrado, tudo aquilo de bom que ela te proporcionou.
De tempos em tempos, surge aquela vontade de, simplesmente, não fazer nada. E apenas aproveitar a sua própria presença. Enquanto que em outros; basta de solitude. E tudo o que sua alma sente é vontade de fugir e livremente conhecer, conversa com um novo alguém.
De repente dá vontade. Vontade de cantar, pular, correr; de rir. Vontade de fazer algo que te faça feliz hoje.
Às vezes dá vontade de sussurrar deliciosamente “Eu te amo”.
Às vezes, dá aquela vontade de saborear o que é feito com amor e carinho.
Às vezes dá vontade de recomeçar. Porque recomeçar é maravilhoso.
Às vezes dá vontade de uma conversa profunda.
Certos dias, de manhã cedo, ao acordar; de sentir que naquele dia você acordou para Viver.
Às vezes, emerge uma vontade de soltar tudo e ser louco. Ser louco pela vida. Com sede. Louco por viver.
Mas não o faço.
Porque sei que, se eu jogar tudo para o alto, terei de ajuntar tudo sozinho!
Vontade.
Às vezes dá aquela vontade.
Mas é só vontade.
Fica na vontade.
E morre na vontade.
Até quando?
Vontade...
Texto por Leone Brave
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